04/08/2008 - 17h32
Boho chic
Reprodução
Looks do desfile de Roberto Cavalli, no início do ano, em Milão
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Desde o início do ano, na última temporada de desfiles europeu, estilistas, jornalistas e modistas andam apontando o boho como a grande tendência desse final de década. Pior, eles dizem que a o bacana é o boho chic.
Mas, afinal, o que caracteriza esse estilo, como identificá-lo, e, mais difícil, como incorporá-lo ao seu dia-a-dia?
Vamos do início. O boho designa uma parte da moda que compreende o final dos anos sessenta e boa parte dos setenta. Mas, não se trata do hippie florido, cabeludo e meio sujinho de Woodstock ou do Flower Power. Muito menos da juventude politizada que saía às ruas pedindo o fim da guerra do Vietnã, ou lutando contra injustiças sociais, sempre vestindo jeans e camisas.
O boho traz vestidos longos, fluidos, estampados, de modelagem confortável, porém feminina. Os pés podem ficar descalços, ou teoricamente protegidos por sandálias rasteiras e chinelos. Ou, ao contrário, podem exibir plataformas e patas de elefante poderosas, com solado em madeira ou corda. Uma tiara, flores ou borboletas podem enfeitar os cabelos e fazer contraponto aos óculos escuros, obrigatoriamente de lentes enormes e hastes laterais fininhas. Bolsas tiracolo, de preferência com franjas, longos colares de pedras coloridas e pulseiras, completam o visual.
A atriz inglesa Sienna Miller é a melhor representante desse estilo. Não é a toa que ela foi convidada para viver a Edie Sedgwick, no filme Uma Garota Inesquecível (Factory Girl). Edie foi uma das grandes musas da Pop Art e da Factory, o ateliê de Andy Warhol, nos anos 60.
Acompanhar os modelos usados pela atriz no filme, e na vida real, já que ela é adepta do boho, é uma boa maneira de aprender a incorporar o estilo no dia-a-dia. Outra é dar uma boa pesquisada nos looks das passarelas italianas e francesas do último verão e na última temporada de desfiles nacionais.
Lá fora, Roberto Cavalli apresentou uma leitura deliciosa do boho. Minha preferida. Aqui, as grifes Patricia Vieira, Iódice, Cori, Cavendish e Sta. Ephigênia também foram um deleite aos olhos, como você pode conferir na nossa galeria.
Para saber mais...
Boho é uma gíria americana que se espalhou pelo universo fashion e que teve origem numa mistura de termos, mais ou menos assim: boêmios do Soho (ou bohemian of Soho) + burgueses boêmios (bourgeois bohemian) = boho!
Esses burgueses boêmios moravam em bairros descolados de Nova York, Paris, Roma, Londres, e costumavam vestir roupas como essas. Bem chic!
Mas, afinal, o que caracteriza esse estilo, como identificá-lo, e, mais difícil, como incorporá-lo ao seu dia-a-dia?
Vamos do início. O boho designa uma parte da moda que compreende o final dos anos sessenta e boa parte dos setenta. Mas, não se trata do hippie florido, cabeludo e meio sujinho de Woodstock ou do Flower Power. Muito menos da juventude politizada que saía às ruas pedindo o fim da guerra do Vietnã, ou lutando contra injustiças sociais, sempre vestindo jeans e camisas.
O boho traz vestidos longos, fluidos, estampados, de modelagem confortável, porém feminina. Os pés podem ficar descalços, ou teoricamente protegidos por sandálias rasteiras e chinelos. Ou, ao contrário, podem exibir plataformas e patas de elefante poderosas, com solado em madeira ou corda. Uma tiara, flores ou borboletas podem enfeitar os cabelos e fazer contraponto aos óculos escuros, obrigatoriamente de lentes enormes e hastes laterais fininhas. Bolsas tiracolo, de preferência com franjas, longos colares de pedras coloridas e pulseiras, completam o visual.
A atriz inglesa Sienna Miller é a melhor representante desse estilo. Não é a toa que ela foi convidada para viver a Edie Sedgwick, no filme Uma Garota Inesquecível (Factory Girl). Edie foi uma das grandes musas da Pop Art e da Factory, o ateliê de Andy Warhol, nos anos 60.
Acompanhar os modelos usados pela atriz no filme, e na vida real, já que ela é adepta do boho, é uma boa maneira de aprender a incorporar o estilo no dia-a-dia. Outra é dar uma boa pesquisada nos looks das passarelas italianas e francesas do último verão e na última temporada de desfiles nacionais.
Lá fora, Roberto Cavalli apresentou uma leitura deliciosa do boho. Minha preferida. Aqui, as grifes Patricia Vieira, Iódice, Cori, Cavendish e Sta. Ephigênia também foram um deleite aos olhos, como você pode conferir na nossa galeria.
Para saber mais...
Boho é uma gíria americana que se espalhou pelo universo fashion e que teve origem numa mistura de termos, mais ou menos assim: boêmios do Soho (ou bohemian of Soho) + burgueses boêmios (bourgeois bohemian) = boho!
Esses burgueses boêmios moravam em bairros descolados de Nova York, Paris, Roma, Londres, e costumavam vestir roupas como essas. Bem chic!



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