Ela é o nosso meio de comunicação com o mundo. Fininha, grossa, rouca, a voz reflete a personalidade e as emoções das pessoas. Ela produzida na laringe pela vibração das cordas vocais durante a circulação do ar. É o sistema nervoso central que comanda o tom. Por isso, ela se altera com o nervosismo, com a raiva e a felicidade.
Como o resto do organismo, a voz se modifica dependendo do nosso estilo de vida, alimentação e a idade. Passamos por três estágios. As crianças têm um tom mais agudo que são bem similares entre eles. Na adolescência os garotos começam a adquirir o tom mais grave e entram na conhecida fase de muda vocal, alternando um tom bem fininho com um vozeirão. Já as meninas vão adquirindo um tom mais agudo gradativamente.
Entre os 25 e 40 anos de idade vivemos um o melhor momento do desempenho da voz. Com uma boa saúde física e psicológica, o som que emitimos está com toda a potência. Já aos 45, por causa da diminuição de hormônios, o quadro começa a mudar novamente. As mulheres ganham um tom mais grave por conta da diminuição da flexibilidade muscular e circulatória do aparelho vocal. Nesta hora é preciso prestar ainda mais atenção à saúde da voz para mantê-la em dia.
Alguns hábitos que devem ser incorporados desde cedo. Veja as dicas:
- durma bem: uma boa noite de sono é fundamental para que espantar o cansaço físico e isso se reflete na sua voz.
- hidrata- se. Beber bastante água é fundamental para que as cordas vocais vibrem naturalmente.
- mantenha a voz sempre no seu tom natural, sem esforço ao falar;
- tenha uma boa postura corporal;
- poupe a voz. Durante crises alérgicas e gripes o melhor é não forçar as cordas vocais.
- coma maçã. A fruta tem propriedades adstringentes, limpando o trato vocal até os pulmões.
- evite chocolate ou leite antes de falar. Esses alimentos deixam a saliva mais viscosa, o que pode levar à vontade de pigarrear que machuca as cordas vocais
- não fume e evite bebidas alcoólicas
- evite usar roupas muito apertadas, pois elas atrapalham a respiração
- procure auxílio médico e fonoaudiológico se observar tosses, pigarros e alterações na voz que perdurem mais de duas semanas.
Com informações da Univoz